quinta-feira, 27 de março de 2014

E quando a sanidade me parecia correr das vistas, mais uma flechada acerta-me o peito. Meio enviesada. Talvez do lado direito.
Aquelas mulheres que tem falam baixo, mas todos ouvem. Que a voz entra por um ouvido e atravessa todo o lado esquerdo do cérebro ecoando. Com as mãos elas arrepiam até o último fio de cabelo só no toque despretensioso. Despretensão maldosa.
De risada leve, personalidade forte e confusa, e olhos... ainda não defini a cor. Do mel ao verde. Não cansa de olhar e ainda sim não saber definir.

Não saber definir... quando eu poderia dizer que não sei definir em palavras?! Posso às vezes não ter uma opinião formada, ou um decreto mental, mas não ter controle sobre minhas próprias emoções? Isso não acontece. Não comigo.

E as outras pessoas envolvidas? Merecem ser vítimas da minha falta de saber?