Eu não passo mais pela Prado Júnior, apesar de ser bem próxima à minha rua e diariamente facilitar minha vida, eu não ando mais por lá.
Aquele trecho da Barbarella ao Cervantes me lembra uma plenitude de alma que eu queria ter tido pra vida toda. Um punhado de palavras não ditas, sorrisos sinceros, planos pra uma vida. Disfarces tortos que nos condenavam pela troca de olhares, que temiam que os outros pudessem ler mentes. Coração batendo mais forte, intimidade e nossos corpos.
Tudo isso porque o destino não nos foi generoso o bastante pra nos manter. Sem culpas. Nós conhecemos nossos erros, irresponsabilidades e por vezes leviandade. Tarde demais. Tarde demais?
Tudo isso lembra naquele trechinho de rua que vejo de longe (ou perto) todo dia. E por isso que eu não passo mais pela Prado Júnior.
segunda-feira, 28 de janeiro de 2013
terça-feira, 22 de janeiro de 2013
Eu diariamente penso em ligar. Perguntar como vai a vida, família, vida acadêmica e se já não podemos tentar nos apaixonar de novo.
Mas o receio de fazer essa ultima pergunta me freia. Porque eu eventualmente a faria. E se fizesse, começaria toda aquela guerra dentro de mim novamente.
Não ligo porque não quero sucumbir à minha fragilidade e me sentir mais exposta, mais nua, em carne viva.
Os dias se arrastaram e cada um deles deve ter umas 30 ou 40 horas. Conseguiram ficar mais pesados nos últimos dias.
Uma hora passa. Mas nesse meio tempo tá difícil respirar.
Mas o receio de fazer essa ultima pergunta me freia. Porque eu eventualmente a faria. E se fizesse, começaria toda aquela guerra dentro de mim novamente.
Não ligo porque não quero sucumbir à minha fragilidade e me sentir mais exposta, mais nua, em carne viva.
Os dias se arrastaram e cada um deles deve ter umas 30 ou 40 horas. Conseguiram ficar mais pesados nos últimos dias.
Uma hora passa. Mas nesse meio tempo tá difícil respirar.
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