Eu diariamente penso em ligar. Perguntar como vai a vida, família, vida acadêmica e se já não podemos tentar nos apaixonar de novo.
Mas o receio de fazer essa ultima pergunta me freia. Porque eu eventualmente a faria. E se fizesse, começaria toda aquela guerra dentro de mim novamente.
Não ligo porque não quero sucumbir à minha fragilidade e me sentir mais exposta, mais nua, em carne viva.
Os dias se arrastaram e cada um deles deve ter umas 30 ou 40 horas. Conseguiram ficar mais pesados nos últimos dias.
Uma hora passa. Mas nesse meio tempo tá difícil respirar.