Me vejo em cada um em volta que se dói por esse assunto. Porque eu sei o quanto fere. Nessas alturas eu já nao sei se desenvolvi uma síndrome de Estocolmo, e agora nao consigo enxergar todo o mal que o primeiro relacionamento me fez, e só vejo coisas boas. A verdade é que o que eu sinto nao mudou. É a mesma coisa, mais amena, menos violenta, difícil explicar, porque continua aqui.
É desse tipo de 'amor' que perseguimos durante nossa existencia. Passou por mim e me fez tão bem que é isso que eu tenho que procurar o resto da minha vida, do jeito que me sentia, das lembranças tão nítidas. Vou sempre em busca disso, porque não posso me esquecer jamais.